Voltar para o site Guilherme Martins Delduque de Macedo

Quarentena Coronavírus: como deve ser a alimentação?

Publicado em

Quarentena Coronavírus: como deve ser a alimentação?

Não tem lado bom no coronavírus Covid-19, mas as mudanças que essa pandemia tem provocado na rotina também podem ser uma oportunidade para refletir - e mudar - a própria alimentação.

Não tem lado bom no coronavírus Covid-19, mas as mudanças que essa pandemia tem provocado na rotina também podem ser uma oportunidade para refletir - e mudar - a própria alimentação. Essa transformação, a princípio forçada, é especialmente importante neste momento de isolamento domiciliar. As mudanças nos hábitos alimentares tornaram-se urgentes. Mas diante desse desafio, ficam as perguntas: O que não pode faltar na despensa? Quais são as prioridades? Como deve ser, enfim, nossa alimentação agora?

A cesta básica do Brasil

Falando de Brasil, não existe dieta melhor que a nossa, pois combina de forma balanceada quatro grupos de alimentos abundantes no país: arroz, feijão, carne vermelha ou branca e hortaliças (legumes e verduras). A famosa cesta básica atende a gregos e troianos, carnívoros e vegetarianos. Esses são os alimentos que devem ser priorizados em detrimento dos ultraprocessados, que fazem tão mal à saúde, especialmente neste momento em que precisamos tanto dela. O problema é que são ingredientes de preparações caseiras, é preciso estar disposto. Mas a boa notícia é que cozinhar, dizem os especialistas, pode ser terapêutico porque demanda muita atenção. Ou seja, obriga a estar presente e, de quebra, ajuda a driblar o estresse do confinamento.

Naturais x Ultraprocessados

E como saber quais são os ultraprocessados? Leia o rótulo ou a lista de ingredientes na parte de trás da embalagem. Parecem coisas de laboratório? É ultraprocessado. Exemplos: miojo, congelados, pacotes de biscoito ou salgadinho, tempero pronto, refrigerantes etc. O consumo desses produtos, cada vez mais ausentes das prateleiras dos supermercados, está diretamente relacionado a outra pandemia, a obesidade. Durante o isolamento social, cozinhar a própria comida muitas vezes será necessário e o desafio é não se deixar seduzir por soluções rápidas porém menos aconselháveis, como o delivery.

Não estocar alimentos

Lembre-se: não é preciso estocar mantimentos. Compre o suficiente para 15 ou 30 dias, no máximo - pois este é o prazo de isolamento para uma pessoa infectada. Atente também para a validade dos produtos, escolha os menos perecíveis. Faça uma lista com tudo que já tem no armário e na geladeira para saber exatamente o que está faltando, isso ajuda a não exagerar na hora de preencher o carrinho.

A boa alimentação é essencial para manter uma vida saudável na quarentena, mas não se deve esquecer que boas noites de sono e o bom cultivo da saúde mental também são importantes. Cuide da sua saúde!

Fonte: Medical Site

Guilherme Martins Delduque de Macedo

Cirurgia Bariátrica

Formado em Medicina pela Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) no ano de 2002 aos 22 anos.

PE 15018

Contato

© 2026 Guilherme Martins Delduque de Macedo. Todos os direitos reservados.

Caruaru · PE · Brasil